Humanização mobiliza hospitais paranaenses | 4.9.2003 | 01h18Aconteceu no último dia 13 de junho o 4° Encontro Paranaense do PNHAH – Programa Nacional de Humanização da Assistência Hospitalar, promovido pelo grupo coordenador local do Programa. Estiveram presentes ao evento cerca de 100 pessoas, representantes de 14 hospitais de Curitiba, 36 do interior paranaense, além de outras 12 entidades.
O encontro, sediado pelo Hospital de Clínicas de Curitiba, contou com a presença de Eliana Ribas, coordenadora nacional do PNHAH, que falou sobre as propostas da nova gestão do Ministério da Saúde para o Programa, incluindo sua expansão para outros serviços de saúde que não apenas os hospitais.
Mario Lobato, Diretor de Sistemas de Saúde da Secretaria Estadual de Saúde, falou do engajamento da SESA nesse movimento, somando energia, recursos e idéias ao trabalho dos hospitais já participantes e da Secretaria Municipal de Saúde de Curitiba. Eduardo Mendes Ribeiro, coordenador da região sul do PNHAH, tratou da constituição dos Grupos de Trabalho de Humanização (GTH) dentro dos hospitais. Sua fala foi seguida da exposição das experiências dos GTHs de três hospitais curitibanos, o N.S. Rosário, o Pequeno Príncipe e o Hospital de Clínicas. Registre-se que, dos 50 hospitais representados, 28 declararam manter GTH ativo, contra 22 que ainda não formalizaram seu grupo de trabalho.
O evento contou ainda com esclarecedora palestra do dr. Mitsuru Miyaki sobre o atendimento a recém-nascidos em UTIs e sobre o programa Mãe Canguru; com a apresentação sobre o programa Biblioteca Viva em Hospitais, pela psicóloga Patrícia Bertolini do Hospital Pequeno Príncipe e com a presença de Astrid Viola, que falou sobre a violência contra a mulher, criança e adolescente.
O 4° Encontro Paranaense do PNHAH – Programa Nacional de Humanização da Assistência Hospitalar mostra uma vez mais a mobilização de hospitais, entidades assistenciais e órgãos públicos do Paraná no sentido de tornar nossos serviços de saúde mais humanizados: mais eficientes, mais acolhedores, mais inclusivos.
Grupo PNHAH-PR
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